Campanha Sou Visível

Bissexuais são tidos por homo e heterossexuais como pessoas confusas, que precisam se decidir, que estão passando por uma fase, que querem chamar atenção, que não existem (!) entre outros. Podemos ficar reclamando para nossos amigos mas não chegamos longe assim. Boa parte da bifobia é desinformação e ninguém melhor do que nós para informar sobre nossa realidade.
A campanha sou visível se inspira na I’m Visible, criada ano passado pela BiSocial Network e pretende dar visibilidade a pessoas bissexuais / pansexuais de todos os gêneros por meio de vídeo a ser divulgados nos cantos LGBT e não-LGBT da internet.
Para nos ajudar, você deve gravar um vídeo onde fala sobre sua experiência como bi ou pansexual. Para ajudar a saber o que falar e não esquecer nada importante, preparamos uma lista de perguntas que você poderá responder no vídeo. A lista é um guia, não é obrigatório responder todas, nem na ordem, nem separadas.
Pedimos para terem cuidado de gravar o vídeo em local com boa iluminação e sem ruídos. Se errar no meio, gaguejar ou seu cachorro latir, não se preocupe, vamos editar o vídeo então não precisa começar tudo de novo  😉
A listinha de perguntas é essa:
1 – Quando você sentiu q era bi? Como foi?
2 – Qual foi a reação das pessoas quando vc contou? (família, conjuge, amizades)
3 – Já sofreu preconceito de pessoas hétero por ser bi? e de pessoas homo?
4 – Já teve problemas com namorado(a) por ser bi?
5 – Você se considera promíscuo(a) e indeciso(a)?
____________
Os vídeos devem ser subidos no youtube e o link enviado para contato@bisides.com
O vídeo editado vai pro youtube também, de forma que todos os pormenores legais seguem os termos e condições de uso do site.
Este projeto foi idealizado por @ladytabule e recebe o apoio e amor do bi-sides 🙂

Comentários

11 thoughts on “Campanha Sou Visível”

  1. gosto do seu site mais vc fica muito tempo sem postar,vc podia ser mais ativa na causa bissexual é um dos poucos sites que tratam do tema que ainda está ativo seria legal se vc postasse com mais frequencia seria vc falar tambem dos homens bissexuais somos poucos mais estamos aqui

  2. Olá, me interessei pelo seu site primeiro porque estudo e pesquiso movimentos LGBT’s e temas ligados. Você, moderadora do Blog e os visitantes estão convidados a visitar nossa página na internet no Facebook denominada “Pat e Luan bissexualidade em pesquisa”, somos graduandos em psicologia e contamos com a colaboração de todos os visitantes deste blog, com suas opiniões e comentários para a conclusão de nossa pesquisa. Agradecemos a colaboração de todos.

  3. Sou mulher e vivo um casamento bissexual…ou seja…tenho meu marido e minha esposa…não é facil..mas vivemos os três…será que existem outros casos como o meu, gostaria mto de saber se houver…as vezes me sinto uma aberração, perdi varios amigos q tb não me entenderam….minha família não se opos…tenho medo de ser “descoberta” pq moro em uma cidade pq e trabalho com publico….e infelizmente há mto preconceito…

      1. é vdd….isso mesmo…na vdd ainda to me descobrindo sabe….por isso usei o termo errado…valeu pela dica…..bjao!!!!

      2. Maria fuxiqueira cbritiuana macumbeira disse:Eu nunca vi povo te3o falso moralista e hipf3crita quanto o curitibano ,aqui em CURITIBA vocea pode ser um f3timo medico,engenheiro,professor,dentista,e etc,mas se descobrem que vocea e gay eles acabam com a pessoa,ente3o aqui em CURITIBA o que conta e vocea ser hetero,e nao o caracter e profisse3o,bem coisa de gente ignorante,cansei que a maioria dos curitibocas ve3o tomar bem no meio do c Kkkkkkkk

  4. Massa gente vou fazer o meu video e mandar ..
    e deixa eu falar uma coisa aqui?? como estão nossas propostas para as Conferências LGBT que está ai bombando pelo Brasil todo?? cadê nossas propostas e nosso grupo precisar discultir mais ?? uai ….
    Boraaaaaaaaaaa..
    Sandra Muñoz – (71) 92336310 / 8823-2396
    Movimento de Lésbicas e Mulheres Bissexuais da Bahia

  5. Quando vi a matéria em outro blog dizendo que os bissexuais reclamam de serem discriminados de ambos os lados, fiquei surpreso. Como se não bastasse o preconceito dos héteros, tem também o preconceito dos gays. Sou gay e acho essa discriminação extremamente sem sentido. Se nós não conseguimos nos libertar dos olhares discriminatórios dos héteros é justamente por algo chamado estereótipo. Odeio estereótipo. Gays acham que é necessário se definir como ativo ou passivo. Nesse caso, dois passivos não podem viver uma história juntos porque são… Passivos. Me defino como “gay bissexual”, pelo fato de que sou gay, mas não dou importância à ativo ou passivo. Sou versátil. Experimento das duas formas de prazer. Os héteros já têm muitas ideias equivocadas sobre nós. De que adianta tentar levantar a bandeira quando nós mesmos acatamos essas ideias equivocadas? O modelo heterossexual não se aplica à união homossexual. Então eu me sinto como um bissexual que tem que decidir entre homem e mulher. Não. Eu não vou decidir ser passivo nem ser ativo. Em toda a minha vida, vou ser os dois. É o que pretendo. Assim como os bissexuais em toda a vida vão ser bissexuais, independente de estarem em uma relação estável com um homem ou com uma mulher. Somos todos humanos e precisamos usar o cérebro. Precisamos entender que não existe regra universal. Os bissexuais fazem parte da nossa bandeira. Sou gay, mas não suporto esse preconceito contra os bissexuais. Nem contra os transsexuais. Somos todos humanos. Precisamos nos unir e mostrar para os heterossexuais que não temos culpa de sermos o que somos e que eles são obrigados a nos aceitar porque somos humanos. Somos todos iguais. Gays e lésbicas não são melhores que os bissexuais. Vocês têm o meu apoio. Vai ser difícil, porque colocar na cabeça dos gays que os bissexuais devem ser aceitos já é complicado, imagine colocar isso na cabeça dos héteros. É um absurdo, porque os gays deveriam ter um pouco mais de informação sobre não só a realidade deles, mas a realidade da comunidade em geral (lésbicas, bis, trans). Isso me entristece, porque é uma luta a mais. Ainda bem que não são todos os gays e lésbicas que estão na escuridão da ignorância.

Comments are closed.